O concurso para o Tribunal
Regional do Trabalho (TRT-MG), da 3° Região, está sendo esperado com
expectativa pelos candidatos, já que um dos atrativos é a estabilidade, uma vez
que o regime de contratação é o estatutário. Embora não tenha sido divulgado o
quantitativo de vagas, sabe-se que a seleção vai oferecer oportunidades para
técnico e analistas judiciários, que exigem os níveis médio e superior em
diversas áreas.
O Tribunal Pleno autorizou em
julho a presidente TRT, desembargadora Maria Laura Franco Lima de Faria, a
realizar o novo concurso. Os vencimentos variam de acordo com cada cargo, sendo
esse quantitativo diferenciado a partir da área de atuação. Para analista vai
de R$7.566,42 a R$9.188,20 e, para técnico de R$4.635,03.
De acordo com o coordenador-geral
do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Estado de Minas
Gerais (Sitraemg), Alan da Costa, o concurso é uma das reivindicações da
categoria. "A entrada de novos servidores vai representar a melhoria na
prestação dos serviços, atenuação dos problemas de saúde dos servidores que já
compõe o quadro e o incentivo às contratações pela via do concurso público, com
a rechaça às terceirizações de mão de obra", ressaltou.
Última seleção - A Fundação Carlos Chagas (FCC) organizou o último
concurso para técnico e analista judiciários, em 2009. Foram oferecidas 4 vagas
com remunerações que variavam de R$4.052,96 a R$8.140,07, para carga horária de
trabalho de 40 horas semanais.
A seleção também visava à
formação de cadastro de reserva. Mesmo com poucas vagas, muito dos aprovados
foram chamados, e as nomeações, aconteceram conforme a necessidade. Para
participar foi exigido diploma de conclusão de curso de graduação de ensino
superior em Direito reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), para o cargo
de analista, com oportunidades para as especialidades de Execução de Mandados,
Jurídica, Administrativa, Contabilidade, Arquitetura, Arquivologia, Enfermagem,
Engenharia, Estatística, Fisioterapia, Medicina, Odontologia, Psicologia,
Serviço Social, Tecnologia da Informação; já para técnico, áreas Administrativa
e de Tecnologia de Informação, os níveis médio e médio/técnico.
O exame objetivo foi composto 60
questões, abordando as disciplinas de Língua Portuguesa, Conhecimentos
Específicos, Noções de Direito, Conhecimentos Gerais e Redação, de acordo com
cada área. A última apenas para os cargos de analista judiciário nas áreas de
especialidade execução de mandados e área administrativa.
Fonte: Folha Dirigida

Nenhum comentário:
Postar um comentário